A Organização Mundial Bullying Sem Fronteiras, em colaboração com o Observatório Mundial Bullying Sem Fronteiras, composto por 50.000 colaboradores em todo o mundo, além de professores e alunos de 30 das principais universidades do mundo, apresenta as novas Estatísticas Mundiais sobre Bullying para 2026.
Os 40 principais lugares do mundo onde ocorre o bullying, com base no número de casos graves de bullying registrados.
1 - ESPANHA 360.000
2 - ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA 340.000
3 - ALEMANHA 330.000
4 - BRASIL 300.000
5 - CHINA (dados incompletos) 290.000
6 - COREIA DO SUL 280.000
7 - JAPÃO 270.000
8 - ITÁLIA 260.000
9 - FRANÇA 250.000
10 - POLÔNIA 240.000
11 - ARGENTINA 230.000
12 - INGLATERRA 220.000
13 - ÍNDIA (dados incompletos) 220.000
14 - PAÍSES BAIXOS 210.000
15 - COLÔMBIA (dados incompletos) Dados incompletos: 200.000
16 - RÚSSIA: Dados parciais: 180.000
17 - PERU: 170.000 (Dados parciais)
18 - SENEGAL: 160.000
19 - MARROCOS: 150.000
20 - AUSTRÁLIA: 140.000
21 - CHILE: 130.000
22 - BÉLGICA: 120.000
23 - ÁUSTRIA: 110.000
24 - EQUADOR: 100.000 (Dados parciais)
25 - NORUEGA: 90.000
26 - SUÉCIA: 80.000
27 - GRÉCIA: 70.000
28 - ARGÉLIA: 60.000
29 - COSTA RICA 50.000
30 - ARÁBIA SAUDITA (dados incompletos) 40.000
31 - PANAMÁ 30.000
32 - CANADÁ 28.000
33 - VENEZUELA (dados incompletos) 26.000
34 - GUATEMALA 25.000
35 - NOVA ZELÂNDIA 24.000
36 - BOLÍVIA 23.000 (dados incompletos)
37 - FILIPINAS 22.000
38 - SUÍÇA 21.000
39 - CROÁCIA 20.000
40 - URUGUAI 18.000
Fonte: Organização Mundial Bullying Sem Fronteiras
Dados de 80 países foram verificados.
O que significa que os dados estão incompletos?
Os dados estão incompletos, o que significa que há mais casos que não conseguimos verificar devido a fatores externos à BSF, como:
- guerra
- presença de grupos paramilitares
- situações políticas que envolvem censura
O caso do México:
O México, país com o maior número de casos de bullying no mundo, segundo as Estatísticas Mundiais de Bullying de 2021, 2022, 2023 e 2024, e o segundo no mundo em 2025, não pôde ser auditado porque a equipe da Bullying Without Borders não conseguiu lidar com o desafio de enfrentar a presença de cartéis de drogas em grande parte do território mexicano.
Esperamos que em 2027 o país volte a constar na lista de países verificados pela Organização Mundial Bullying Without Borders.
Falta de Denúncia de Bullying:
Em todos os países pesquisados, os casos de bullying relatados representam uma fração dos casos realmente sofridos. Há muito silêncio em torno do bullying escolar. As vítimas e suas famílias sofrem, mas, em geral, as autoridades, a mídia e as instituições de ensino ocultam o problema.
Países que apresentaram melhora em comparação com a avaliação anterior:
AUSTRÁLIA
CHINA
BÉLGICA
SUÍÇA
Países que apresentaram piora em comparação com a avaliação anterior:
ESPANHA
ALEMANHA
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
BRASIL
Bullying Escolar 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano:
O bullying escolar não termina na escola; ele também chega na forma de cyberbullying, por meio das redes sociais, especialmente as "Quatro Tóxicas": Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp, que mantêm um silêncio implacável em relação às denúncias e relatos.
• 200.000 crianças e adolescentes perdem a vida todos os anos em decorrência de bullying e cyberbullying em todo o mundo.
O bullying tornou-se igualmente prevalente entre os gêneros:
Da Rússia à Argentina e da Espanha à Arábia Saudita, observamos que o bullying geralmente afeta meninos e meninas igualmente. 50% do sexo masculino e 50% do sexo feminino.
Por que o bullying continua a crescer?
Além dos fatores que alimentam o bullying e o tornam letal — solidão, tristeza e medo, identificados e destacados pela BSF — existem:
1 - A falta de camaradagem nas salas de aula.
É cada vez mais difícil ter turmas homogêneas onde todos participem. A norma é a existência de grupos, e os ataques partem desses grupos contra outros grupos e contra aqueles que foram excluídos.
2 - Influenciadores, desafios virais e outros.
As mídias sociais contribuem para o bullying e o cyberbullying.
Influenciadores e seus estilos de vida, conforme retratados nas mídias sociais; Dos penteados às roupas, esses elementos contribuem para o bullying, pois nem todos os meninos e meninas os veem como modelos a seguir. Isso, por sua vez, leva à formação de grupos fechados.
Desafios virais, perigosos e sem sentido, estão invadindo salas de aula no mundo todo, causando ferimentos e mortes em números alarmantes.
Há cada vez menos diálogo entre crianças e adolescentes. Tudo gira em torno de telas e gratificação instantânea.
3 - Falta de comprometimento de administradores e professores:
Ensinar não se resume a ensinar adição e leitura, embora isso também seja importante. Trata-se de criar oportunidades para olhar os alunos nos olhos, perceber se algo está errado e intervir imediatamente. Isso não está acontecendo. Os administradores, em geral, estão agindo da mesma forma.
4 - Pais de agressores que celebram a violência de seus filhos.
A cultura de pais que celebram o bullying praticado por seus filhos continua sendo um problema terrível.
5 - Um Estado com pouca margem de manobra para combater o bullying.
6 - Pseudoassociações financiadas por grandes corporações que acobertam casos de bullying para criar uma falsa sensação de paz e segurança.
As causas do bullying estão crescendo no mundo todo:
O bullying não se limita mais a quem estuda mais, quem joga futebol pior ou quem se veste pior. A inteligência artificial possibilitou despir colegas de classe, criar narrativas falsas e sobrepor todos os tipos de figuras, de animais a monstros fictícios, aos seus rostos. E as crianças estão sozinhas contra esse gigantesco aparato do mal.
COMO CONSEGUIMOS:
"O bullying é um monstro que nunca descansa. Este assassino silencioso fez várias vítimas enquanto este relatório estava sendo escrito. Os danos causados pelo bullying e pelo cyberbullying são tão profundos que vários laureados com o Prêmio Nobel da Paz disseram à organização Bullying Without Borders, há algum tempo, que era essencial ter a coragem e a energia para produzir um relatório objetivo, para que universidades, governos, instituições de ensino e veículos de comunicação do mundo todo pudessem usá-lo para criar um panorama completo do bullying globalmente e país por país. Foi por isso que criamos as Estatísticas Mundiais sobre Bullying em 2021."
Dr. Javier Miglino. Especialista em Direitos Humanos e Proteção Infantil. Diretor Global da Bullying Without Borders.
Agradecimentos: Desmond Tutu (África do Sul), John Hume (Irlanda) e Liu Xiaobo (China).
Colaboradores do mundo todo:
Pais de vítimas, médicos e enfermeiros de hospitais que trataram casos graves de bullying; Educadores, professores, jornalistas, advogados e outros — sob estrita confidencialidade — nos forneceram informações que moldaram as novas Estatísticas Mundiais sobre Bullying, Ano 2026. A partir deste momento, elas estão disponíveis gratuitamente para todos.
Professores e alunos das seguintes universidades colaboraram neste projeto gratuitamente e com total confidencialidade:
Universidade de Harvard
Universidade de Yale
Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)
Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA)
Universidade de Toronto
Universidade de Princeton
Universidade de Chicago
Universidade da Flórida
Universidade de Melbourne
Universidade Técnica de Munique
Universidade de Utrecht
Universidade de Tóquio
Universidade de Buenos Aires (UBA)
Universidade de Amsterdã
Universidade de Copenhague
Universidade de São Paulo
Universidade de Zurique
Universidade de Bolonha
Universidade Complutense de Madri
Universidade de Barcelona
Universidade de Hamburgo
Universidade de Lyon
Universidade Católica do Chile
Universidade Nacional de Singapura (NUS)
Universidade de Sydney
Universidade Nacional de Seul
Universidade de Kyoto
Universidade de Tecnologia de Delft
Universidade de Amsterdã
Universidade Sorbonne
Reprodução permitida com atribuição.
Organização Mundial Bullying Sem Fronteiras
La Organización Mundial Bullying Sin Fronteras con la colaboración del Observatorio Mundial de Bullying Sin Fronteras conformado por 50.000 colaboradores en todo el mundo, más docentes y estudiantes de 30 de las mejores universidades del planeta, presentan las nuevas Estadísticas Mundiales de Bullying, año 2026.
Los Primeros 40 lugares de BULLYING en el Mundo, según la cantidad de casos graves de bullying que han registrado.
1 - ESPAÑA 360.000
2 - ESTADOS UNIDOS DE AMÉRICA 340.00
3 - ALEMANIA 330.000
4 - BRASIL 300.000
5 - CHINA los datos son parciales 290.000
6 - COREA DEL SUR 280.00
7 - JAPÓN 270.000
8 - ITALIA 260.000
9 - FRANCIA 250.000
10 - POLONIA 240.000
11 - ARGENTINA 230.000
12 - INGLATERRA 220.000
13 - INDIA los datos son parciales 220.000
14 - PAÍSES BAJOS 210.000
15 - COLOMBIA los datos son parciales 200.000
16 - RUSIA los datos son parciales 180.000
17 - PERÚ 170.000 los datos son parciales
18 - SENEGAL 160.000
19 - MARRUECOS 150.000
20 - AUSTRALIA 140.000
21 - CHILE 130.000
22 - BÉLGICA 120.000
23 - AUSTRIA 110.000
24 - ECUADOR 100.000 los datos son parciales
25 - NORUEGA 90.000
26 - SUECIA 80.000
27 - GRECIA 70.000
28 - ALGERIA 60.000
29 - COSTA RICA 50.000
30 - ARABIA SAUDITA los datos son parciales 40.000
31 - PANAMÁ 30.000
32 - CANADÁ 28.000
33 - VENEZUELA los datos son parciales 26.000
34 - GUATEMALA 25.000
35 - NUEVA ZELANDA 24.000
36 - BOLIVIA 23.000 los datos son parciales
37 - FILIPINAS 22.000
38 - SUIZA 21.000
39 - CROACIA 20.000
40 - URUGUAY 18.000
Fuente: Organización Mundial Bullying Sin Fronteras
Se han verificado datos de 80 países.
¿Qué significa que los datos son parciales?
Los datos son parciales significa que hay más casos y que no hemos podido verificarlos por factores externos a BSF, como:
- la guerra
- la presencia de grupos paramilitares
- las situaciones políticas de censura
El caso de México:
México, el país con mayor cantidad de casos de bullying en el mundo según las Estadísticas Mundiales de Bullying de 2021, 2022, 2023, 2024 y segundo en el mundo en 2025; no ha podido ser auditado debido a que el personal de Bullying Sin Fronteras no podía afrontar el reto de lidiar con la presencia de cárteles de la droga en gran parte del territorio mexicano.
Esperamos que en 2027 vuelvan a estar en la lista de países verficados por la Organización Mundial Bullying Sin Fronteras.
Falta de denuncias sobre bullying:
En todos los países encuestados, los casos de bullying reportados son una fracción de los efectivamente sufridos. Hay mucho silencio sobre el acoso escolar. Las víctimas y sus familias lo sufren pero en general las autoridades, los medios y los establecimientos educativos lo ocultan.
Países que mejoran con respecto a la medición anterior:
AUSTRALIA
CHINA
BÉLGICA
SUIZA
Países que empeoran la medición anterior:
ESPAÑA
ALEMANIA
ESTADOS UNIDOS DE AMÉRICA
BRASIL
El acoso escolar las 24 horas del día los 365 días del año:
El acoso escolar o bullying no termina en la escuela, también llega en forma de ciberbullying, a través de las redes sociales, en especial las '4 Tóxicas'; Facebook, Twitter, Instagram y WhatsApp, que guardan un implacable silencio sobre reclamos y denuncias.
• 200.000 niños y adolescentes pierden la vida cada año a consecuencia del bullying y el ciberbullying en todo el mundo.
El bullying se ha equiparado en cuanto a sexos:
Desde Rusia a la Argentina y desde España a Arabia Saudita, notamos que el bullying afecta en general a chicos y chicas por igual. 50 por ciento varones y 50 por ciento mujeres.
¿Por qué el bullying sigue creciendo?
A los venenos que nutren el bullying y lo vuelven letal: la soledad, la tristeza y el miedo, descubiertos y señalados por BSF, se le unen:
1 - La falta de compañerismo en las aulas.
Cada vez es más difícil tener clases homogéneas donde todos participan. La norma es que haya grupos y de esos grupos salen ataques hacia otros grupos y hacia aquellos que han quedado fuera.
2 - Influencers, retos virales y otros.
Las redes sociales contribuyen al bullying y el ciberbullying.
Los influencers y su forma de vida publicada en redes sociales; desde peinados a ropa, contribuyen al acoso escolar porque no todos los chicos y chicas los consideran como modelos a seguir. De ese modo se forman grupos, una vez más.
Los retos virales, peligrosos e inútiles, invaden las aulas de todo el mundo y producen heridos y muertos en números escalofriantes.
Cada vez hay menos diálogo entre los niños y entre los adolescentes en edad escolar. Todo es pantalla e inmediatez.
3 - Falta de compromiso en directivos y docentes:
La docencia no es solo enseñar a sumar y a leer, que también es importante. Es crear espacios para mirar a la cara a los chicos de la clase, notar si algo anda mal y en ese momento poner un freno. Eso no está ocurriendo. Los directivos, en general, actúan de la misma forma.
4 - Padres de acosadores que festejan la violencia de sus hijos.
La cultura de festejar el bullying de los chicos acosadores por parte de sus padres, sigue siendo un terrible problema.
5 - Un estado con poco espacio para luchar contra el bullying.
6 - Pseudo asociaciones financiadas por grandes empresas que tapan los casos de bullying para dar una falsa sensación de tranquilidad y seguridad.
Las causas del bullying crecen en todo el mundo:
El bullying ya no es solo para aquel que estudia más, aquel que juega peor al futbol o aquella que se viste peor. La IA ha traído la posibilidad de desnudar compañeras/os, crear relatos falsos, colocar sobre los rostros todo tipo de figuras, desde animales a monstruos de ficción. Y los chicos y chicas están solos frente a todo ese gigantesco aparato de maldad.
ASÍ LO HICIMOS:
"El bullying es un monstruo que no descansa. Este asesino silencioso se cobró varias víctimas mientras se escribe este informe. Es tal el daño que producen el bullying y el ciberbullying que varios Premios Nobel de la Paz manifestaron hace tiempo a Bullying Sin Fronteras, que resultaba menester tener el valor y la energía para llevar a cabo un informe objetivo, de modo que universidades, gobiernos, entidades educativas y medios de comunicación de todo el mundo, puedan utilizarlo para trazar una radiografía del bullying a nivel planetario y país por país. Por eso creamos las Estadísticas Mundiales de Bullying desde 2021".
Dr. Javier Miglino. Experto en Derechos Humanos y Protección de la Niñez. Director Mundial de Bullying Sin Fronteras.
Reconocimiento Desmond Tutu (Sudáfrica), John Hume (Irlanda) y Liu Xiaobo (China).
Colaboradores en todo el mundo:
Padres de víctimas, médicos y enfermeras de hospitales que atendieron episodios graves de bullying; educadores, docentes, periodistas, abogados y otros; estrictamente off the record nos han brindado información que dieron forma a las nuevas Estadísticas Mundiales de Bullying, Año 2026. A partir de este momento se pone a disposición de todos en forma libre y gratuita.
Han colaborado en forma gratuita y con absoluta reserva, profesores y estudiantes de las siguientes universidades:
UNIVERSITY OF HARVARD
UNIVERSITY OF YALE
MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY (MIT)
UNIVERSITY OF CALIFORNIA LOS ANGELES (UCLA)
UNIVERSITY OF TORONTO
UNIVERSITY OF PRINCETON
UNIVERSITY OF CHICAGO
UNIVERSITY OF FLORIDA
UNIVERSITY OF MELBOURNE
TECHNICAL UNIVERSITY OF MUNICH
UNIVERSITEIT UTRETCH
UNIVERSITY OF TOKIO
UNIVERSIDAD DE BUENOS AIRES (UBA)
UNIVERSITEIT AMSTERDAM
UNIVERSITY OF COPENHAGEN
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
UNIVERSITÄT DE ZÜRICH
UNIVERSITÁ DI BOLOGNA
UNIVERSIDAD COMPLUTENSE DE MADRID
UNIVERSITAT DE BARCELONA
UNIVERSITAT HAMBURG
UNIVERSITÉ DE LYON
UNIVERSIDAD CATÓLICA DE CHILE
NATIONAL UNIVERSITY OF SINGAPUR (NUS)
UNIVERSITY OF SYDNEY
SEOUL NATIONAL UNIVERSITY
KYOTO UNIVERSITY
DELFT UNIVERSITY OF TECHNOLOGY
UNIVERSITY OF AMSTERDAM
UNIVERSITÉ DE LA SORBONNE
Permitida la reproducción con indicación de la fuente.
ORGANIZACIÓN MUNDIAL BULLYING SIN FRONTERAS
The World Organization Bullying Without Borders, in collaboration with the World Bullying Without Borders Observatory, comprised of 50,000 collaborators worldwide, plus teachers and students from 30 of the world's top universities, presents the new World Bullying Statistics for 2026. The Top 40 Places in the World for BULLYING, according to the number of serious bullying cases recorded.
1 - SPAIN 360,000
2 - UNITED STATES OF AMERICA 340,000
3 - GERMANY 330,000
4 - BRAZIL 300,000
5 - CHINA (data incomplete) 290,000
6 - SOUTH KOREA 280,000
7 - JAPAN 270,000
8 - ITALY 260,000
9 - FRANCE 250,000
10 - POLAND 240,000
11 - ARGENTINA 230,000
12 - ENGLAND 220,000
13 - INDIA (data incomplete) 220,000
14 - NETHERLANDS 210,000
15 - COLOMBIA (data incomplete) 200,000
16 - RUSSIA (data is partial) 180,000
17 - PERU (data is partial) 170,000
18 - SENEGAL (data is partial) 160,000
19 - MOROCCO (data is partial) 150,000
20 - AUSTRALIA (data is partial) 140,000
21 - CHILE (data is partial) 130,000
22 - BELGIUM (data is partial) 120,000
23 - AUSTRIA (data is partial) 110,000
24 - ECUADOR (data is partial) 100,000
25 - NORWAY (data is partial) 90,000
26 - SWEDEN (data is partial) 80,000
27 - GREECE (data is partial) 70,000
28 - ALGERIA (data is partial) 60,000
29 - COSTA RICA (data is partial) 50,000
30 - SAUDI ARABIA (data is partial) Partial figures 40,000
31 - PANAMA 30,000
32 - CANADA 28,000
33 - VENEZUELA (partial data) 26,000
34 - GUATEMALA 25,000
35 - NEW ZEALAND 24,000
36 - BOLIVIA 23,000 (partial data)
37 - PHILIPPINES 22,000
38 - SWITZERLAND 21,000
39 - CROATIA 20,000
40 - URUGUAY 18,000
Source: World Organization Bullying Without Borders
Data from 80 countries has been verified.
What does it mean that the data is partial?
The data is partial, meaning there are more cases that we haven't been able to verify due to factors external to BSF, such as:
- war
- the presence of paramilitary groups
- political situations of censorship
The case of Mexico:
Mexico, the country with the highest number of bullying cases in the world according to the World Bullying Statistics of 2021, 2022, 2023, and 2024, and second in the world in 2025, could not be audited because Bullying Without Borders staff could not cope with the challenge of dealing with the presence of drug cartels in practically half of Mexican territory.
We hope that in 2027 they will be back on the list of countries verified by the World Organization Bullying Without Borders.
Lack of bullying reports:
In all the countries surveyed, reported cases of bullying are a fraction of those actually suffered. There is a great deal of silence surrounding school bullying. Victims and their families suffer, but in general, authorities, the media, and educational institutions conceal it.
Countries that have improved compared to the previous measurement:
AUSTRALIA
CHINA
BELGIUM
SWITZERLAND
Countries that have worsened compared to the previous measurement:
SPAIN
GERMANY
UNITED STATES OF AMERICA
BRAZIL
School bullying 24 hours a day, 365 days a year: School bullying doesn't end at school; it also arrives in the form of cyberbullying, through social media, especially the "Toxic 4": Facebook, Twitter, Instagram, and WhatsApp, which maintain an implacable silence regarding complaints and reports.
• 200,000 children and adolescents lose their lives each year as a result of bullying and cyberbullying worldwide.
• Bullying has become equally prevalent between genders:
From Russia to Argentina and from Spain to Saudi Arabia, we observe that bullying generally affects boys and girls equally. 50 percent boys and 50 percent girls.
Why does bullying continue to grow?
To the poisons that fuel bullying and make it lethal—loneliness, sadness, and fear, identified and highlighted by BSF—are added:
1 - The lack of camaraderie in classrooms.
It is increasingly difficult to have homogeneous classes where everyone participates. The norm is for cliques to form, and attacks against other cliques and those excluded originate from these cliques.
2 - Influencers, viral challenges, and other factors.
Social media contributes to bullying and cyberbullying. Influencers and their lifestyles, as published on social media—from hairstyles to clothing—contribute to school bullying because not all boys and girls consider them role models. Thus, cliques form, once again.
Dangerous and pointless viral challenges are invading classrooms worldwide, causing injuries and deaths in chilling numbers.
There is increasingly less dialogue among children and teenagers. Everything is about screens and instant gratification.
3 - Lack of commitment from administrators and teachers:
Teaching is not just about teaching addition and reading, although that is also important. It's about creating spaces to look students in the eye, notice if something is wrong, and intervene immediately. This is not happening. Administrators, in general, act the same way.
4 - Parents of bullies who celebrate their children's violence.
The culture of parents celebrating bullying by their children remains a terrible problem.
5 - A state with little room to combat bullying.
6 - Pseudo-associations funded by large corporations that cover up bullying cases to create a false sense of security and peace.
The causes of bullying are growing worldwide:
Bullying is no longer just for the student who studies more, the one who plays soccer worse, or the one who dresses worse. AI has brought the ability to undress classmates, create false narratives, and superimpose all kinds of figures onto faces, from animals to fictional monsters. And boys and girls are left alone to face this entire gigantic apparatus of evil.
THIS IS HOW WE DID IT:
"Bullying is a monster that never rests. This silent killer claimed several victims while this report was being written. The damage caused by bullying and cyberbullying is so profound that several Nobel Peace Prize laureates told Bullying Without Borders some time ago that it was essential to have the courage and energy to produce an objective report so that universities, governments, educational institutions, and media outlets worldwide could use it to create a comprehensive picture of bullying globally and country by country. That is why we created the World Bullying Statistics in 2021."
Dr. Javier Miglino. Expert in Human Rights and Child Protection.
Global Director of Bullying Without Borders.
Recognition: Desmond Tutu (South Africa), John Hume (Ireland), and Liu Xiaobo (China).
Contributors worldwide:
Parents of victims, doctors and nurses from hospitals that treated serious cases of bullying; Educators, teachers, journalists, lawyers, and others, strictly off the record, provided us with information that shaped the new World Bullying Statistics, Year 2026. From this moment forward, it is made freely available to everyone.
Professors and students from the following universities collaborated on this project free of charge and with complete confidentiality:
Harvard University
Yale University
Massachusetts Institute of Technology (MIT)
University of California, Los Angeles (UCLA)
University of Toronto
Princeton University
University of Chicago
University of Florida
University of Melbourne
Technical University of Munich
University of Utretch
University of Tokyo
University of Buenos Aires (UBA)
University of Amsterdam
University of Copenhagen
University of São Paulo
University of Zurich
University of Bologna
Complutense University of Madrid
University University of Barcelona
University of Hamburg
University of Lyon
Catholic University of Chile
National University of Singapore (NUS)
University of Sydney
Seoul National University
Kyoto University
Delft University of Technology
University of Amsterdam
Sorbonne University
Reproduction permitted with attribution.
World Organization Bullying Whitout Borders


